“Bill já teve relações sexuais mas não comigo”




Ina (17), ex-namorada do Bill


Ina, como era o Bill como namorado?
Ina: Eu achei-o muito doce e diferente. Ele tinha humor e não era tão chato como tantos outros rapazes.

O que não correu bem entre vocês?
Ina: Também não se passou muito mais do que se passou entre o Tom e a Julia. Nós encontravamo-nos sempre os quatro. O Bill não era assim tão envergonhado, ele deixava que as pessoas se aproximassem dele e fossem carinhosas com ele, as vezes chegava a ser "meloso".

Tiveram sexo?
Ina:Não, mas eu sei definitivamente que ele já teve. Foi ele próprio que me disse. Sobre isso falávamos muitas vezes.

Achas que o bill tem tendência para os rapazes?
Ina: Penso que não! Ele parece ser muito feminino mas homossexual não é. Ele já teve bastantes namoradas e que eu saiba nunca o vi com rapazes!

Aqui escreve o Bill doente!

BRAVO Alemã
Abril 2008


Exclusivo!

Os fãs de Tokio Hotel estão muito preocupados! Como está o Bill depois da sua operação às cordas vocais? Ele escreveu uma carta em exclusivo na BRAVO.

A carta do Bill:
Caros leitores da BRAVO!
Que devo dizer - estou profundamente impressionado! A vossa compaixão, os vossos muitos presentes e palavras animadas fizeram estes últimos dias infinitamente mais fáceis. Claro que tive medo da operação, com anestesia geral e tudo a entrar e a sair. Mas o Tom esteve o tempo todo comigo, o que foi uma grande ajuda. Mal acordei da anestesia geral mandei um SMS igual aos meus amigos e à minha família e à nossa equipa, a dizer que estava novamente acordado. E claro queria também que soubessem que estou bem. Os médicos dizem que correu tudo como planeado, saberemos mais exactamente só quando os dez dias "de não falar" passarem. Não podem imaginar como foi difícil estar calado... Nem rir posso! Assim que souber mais alguma coisa, digo-vos. Muito obrigado mais uma vez por tudo - são realmente os melhores - vemo-nos com certeza brevemente.
O vosso Bill

Durante dias, o irmão Tom (18), os colegas da banda Gustav (19) e Georg (21) receam pelo Bill Kaulitz (18), tal como as milhares de fãs de Tokio Hotel por todo o mundo. Mas agora, o cantor sobreviveu à delicada operação às cordas vocais (a BRAVO informou). Durante 45 minutos, a estrela dos Tokio Hotel teve de ser operada por médicos especialistas na Universidade clínica Hamburg-Eppendorf. Um chamado quisto foi removido das cordas vocais do Bill. «A operação correu como planeado. Se foi de verdade feita com sucesso ainda não podemos dizer. Mas o médico está muito confiante...», esclareceu o manager da banda David Jost. Depois da operação o Bill ficou proibido de falar, cantar e rir durante dez dias! Um momento difícil para o, com tão gosto, tagarela, que está sempre a rir e a cantar de Magdeburg. «Não podem imaginar quão difícil é estar calado», escreve Bill agora na carta exclusiva para os leitores da BRAVO - directamente da sua cama. Logo um dia depois da, para ele, inquietante operação pôde ir para casa. Lá o seu irmão gémeo Tom cuida dele (até cozinha para ele - o Bill escreve o que lhe quer dizer) - uma verdadeira ajuda para o Bill. Pois mais nenhuma pessoa está-lhe tão próxima como o Tom. E também os milhares desejos de melhoras dos leitores da BRAVO lhe dão muita força. «Quero que saibam que estou bem», esclarece Bill, por isso, muito pessoalmente na sua carta. «Muito obrigado por tudo - são realmente os melhores!» Contudo, é incerto neste momento saber quando o Bill estará novamente em forma. O primeiro concerto é dia 1 de Maio em Washington no plano da tour, a próxima marcação oficial é no entanto o grande talk-show "Late Night with Conan O'Brien" no dia 28 de Abril. No entanto, se o Bill ainda não estiver bom nessa altura, estas marcações serão canceladas. Para que ele fique melhor num ápice, o Bill, depois da proibição para falar, vai ter reabilitação de voz. No que toca aos "aspectos de terapia de canto", o seu orgão de fala e de canto ficará novamente em forma. A estrela mundial alemã é que não está com muita vontade para este treino - mas para que consiga verdadeiramente cantar faria de tudo. Só para imaginar, se o Bill daqui em diante cantasse com uma voz diferente - ou ainda pior: simplesmente já não o faria mais: «A minha voz é TUDO para mim! Sem ela e sem a minha música não seria mais o mesmo Bill.» E isso ninguém quer. Pois só assim o amam todos os fãs em todo o mundo. Agora só nos resta esperar, para o que vier, façam figas, para o Bill, muito, muito descanso: Ouvir a sua própria música não é permitido - pois os cantores cantam as melodias na cabeça. E isso requer as cordas vocais. A BRAVO deseja as melhoras...

«Tenho medo» - Bill com Vanity Fair

Vanity Fair
3 Abril 2008

O cantor dos Tokio Hotel fala sobre as suas cordas vocais danificadas, sexo com groupies e o seu próprio funeral.

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«Sexo com groupies enoja-me»
Bill Kaulitz (18) numa sessão fotográfica da Vanity Fair, num apartamento num bairro berlinense - Prenzlauer Berg.
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Jeans prateados de Philipp Plein. Camisola de gola alta de Boss Black. Botas de DSquared. Acessórios de Sévigné

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«Se eu já fiz sexo ou não deve continuar a ser o meu segredo»
Bill - aqui com duas raparigas - prefere "encontrar o grande amor a se aventurar"

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«Simplesmente não tenho tempo para estar sozinho»

Entrevistar um jovem de 18 anos é, como diz a regra dos jornalistas, tão útil como tirar leite a uma pedra. Com o Bill Kaulitz é outra história. O seu primeiro beijo ou o vício pela fama: a estrela adolescente que é referida muitas vezes como gay, fala de maneira mais eloquente que a maioria dos veteranos alemães da indústria do espectáculo. A Vanity Fair encontrou-se com Bill pouco antes da sua cirurgia e contactou-o via e-mail após a cirurgia.

VF: Senhor Kaulitz, como se sente depois da cirurgia às suas cordas vocais?
BK: Bem, sinto-me como uma pessoa se deve sentir depois de enfiarem uma vara de metal pela minha garganta, enquanto estava sob anestesia geral, e cortarem qualquer coisa das cordas vocais. Toda a gente conhece essa sensação. Como estou contente por isso já ter passado. Mas ainda tenho medo pela minha voz e ainda tenho um sentimento de culpa pelos concertos que foram cancelados por causa disto.

VF: Durante quanto tempo tens de descansar agora?
BK: Depois da operação não posso falar durante doze dias. Depois tenho de fazer um mês de reabilitação de voz. Estou cheio de vontade!

VF: Falemos do príncipio. Diz-se que a creatividade alimenta-se da memória das mágoas e das ofensas. Quais foram as tuas?
BK: A grande mágoa foi a separação dos meus pais. Tinha sete anos e não percebi. Influenciou-me muito. No nosso primeiro álbum há uma música que fala sobre isso. Chama-se "Gegen meinen Willen".

VF: Sobre o teu padrasto, Gordon Trümper, sabe-se que é professor de guitarra. Que faz o teu pai biológico?
BK: É camionista e vive em Hannover.

VF: Quando tinhas 8 anos, a tua família mudou-se de Magdeburg para Loitsche, onde vivem apenas 700 pessoas. Como experienciaste esta mudança?
BK: Foi horrível, pois não sou de todo uma pessoa do campo. Pode-se imaginar como eu e o Tom nos destacámos. Olhavam-nos como se fossemos uns aliens completamente malucos. A escola também era horrível. Tinha de me levantar todas as manhãs às cinco e meia para apanhar a carrinha da escola para Wolmirstedt. E chegava de novo a casa só às quatro e meia. Como odiava aquilo! E depois eram sempre as mesmas caras na escola. Foram os piores momentos da minha vida.

VF: Como reagiam os professores aos irmãos Kaulitz?
BK: Até ao sétimo ano, eu e o Tom estávamos sempre juntos. Depois, como castigo, fomos separados. Foi uma verdadeira chapada na cara que nos influenciou muito. Até aí nós fazíamos mesmo tudo juntos. Somos gémeos idênticos e muito próximos um ao outro. Claro que lutámos contra esse castigo, mas os professores achavam que não conseguiam dar conta de nós dois porque tínhamos ambos grandes matracas. Eu não era daqueles que participava mas que depois falava baixo. Eu falava sempre alto. A minha mãe era chamada à escola a cada dois dias.

VF: Era a tua especialidade perguntar pelos teste quando estes não te eram devolvido no tempo certo. De onde apanhaste este "sabe-tudo"?
BK: Eu sempre soube que não ia precisar da escola porque me ia tornar num cantor. Os professores irritavam-me imenso, então estudei os meus direitos. Sabia exactamente o que deviam e o que não deviam fazer. Tinha um tal professor que não ia com nada. Um não me queria dizer Bom Dia porque tinha o meu cabelo para cima e as minhas unhas pintadas de preto. Achavam que eu não podia ir assim para a escola. Um não me queria dar a aula porque eu me parecia como eu me pareço. Diziam coisas como: "A cabeça não é só para o cabelo chique." Eu era um anti-aluno e não aturava nada disso.

VF: Como eram as tuas notas?
BK: Óptimas. Tinha sempre média de 1,8 [sendo 1 o mais elevado]. Isso era o que irritava mais aos professores.

VF: Os professores podiam-te bater?
BK: De modo nenhum. Eu não era um maluco doente que roía as unhas. Eu era muito auto-confiante. Eu ia assim para a escola porque sabia exactamente qie todos olhavam e que os professores falavam sobre mim. Eu gostava disso. Queria atrair as atenções com o meu estilo. As pessoas deviam falar sobre mim.

VF: Há pouco tempo acabaste o liceu por correspondência. É importante saber a diferença entre Omelete e Hamlet?
BK: Bem, já devíamossaber a diferença. Mas o sistema da escola é muito menos individual. Porque deveria estudar matemática se sei qie nunca mais irei precisar disso outra vez? No oitavo ano deixei as aulas de música. Toda a gente ficou pasmada a olhar para mim. Mas nós só aprendemos as biografias de algumas pessoas - zero de inspiração. Tinha notas más a canto porque tínhamos de cantar umas quaisquer canções populares. Era horrível!

VF: Como diz o antigo cliché, a música foi para ti um bilhete de fuga à província melancólica?
BK: Sim. Sempre pensei: só tenho de sair desta terreola infeliz onde toda a gente se conhece! O pior que me podem dar é o dia-a-dia. É por isso que os Tokio Hotel é a coisa certa para mim. Todos os dias são diferentes: novas cidades, pessoas diferentes.

VF: Graças aos paparazzi e aos chamados leitores-repórteres estás constantemente a ser vigiado. É para ti um descaramento ou a realização de um sonho?
BK: Quando era pequeno sempre imaginei tudo o que faço a ser gravado por cameras e a ser exposto ao mundo. Queria atenção desmedida. Agora consegui. E por isso não me posso irritar com isso.


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Biografia
Bill Kaulitz, 18

VIDA Nascido a 1 de Setembro de 1989 em Leipzig. O seu irmão gémeo Tom é dez minutos mais velho. A dupla foi criada pela mãe Simone e pelo padrasto Gordon Trümper perto de Magdeburg.

CARREIRA O álbum de estreia "Schrei" atingiu rapidamente a posição 1 dos charts em 2005. Com tournés esgotadas em toda a Europa e prémios como o MTV Award, Echo e Bambi, os Tokio Hotel são hoje a banda de maior sucesso da Alemanha.

O cantor esteve apaixonado há três anos e meio. "Na minha situação precisaria de muita sorte para encontrar a pessoa certa"
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Casaco preto de cabedal de Cerruti. Jeans de Diesel. Camisola de gola alta de Boss'Black. Botas de Rancho Mexico. Cachecol de seda de DSquared. Acessórios de Sévigné. Cinto com fivela de cabeça de dragão de Johnny

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Até quando era um rapaz da aldeia aborrecido, Bill sonhava com a fama e atenção sem barreiras.
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Camisola de gola alta de Boss Black. Camisola tricotada de Vintage. Jeans cinzentos de Diesel. Acessórios de Sévigné. Cinto com caveira de Mastermind.

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«É verdade: a fama é mesmo a droga. A desintoxicação seria difícil»

VF:Alguma vez alguém será tão importante para ti como o Tom?
BK: Não. Isso ultrapassa tudo. Também não conseguia imaginar uma vida sem o Tom. Não consigo explicar quão próximos nós somos. Tem qualquer coisa de extrasensorial. Temosmuito frequentemente os mesmos pensamentos e os mesmos sonhos. Na verdade, nem precisamos mais de falar um com o outro.

VF: Muito gémeos idênticos sentem a sua simbiose também como um tormento e fornecem um ao outro cenários homicida.
BK: Claro que nós também discutimos. E quando acontece é realmente violento. Depois acontece mesmo passarmo-nos um com o outro batemo-nos verdadeiramente. Há um ano atirámos com cadeiras um ao outro. Mas não guradamos rancor nenhum. Batemos com as portas, cada um desaparece e dez minutos depois falamos um com o outro.

VF: Qual destes é-te mais próximo: o Bill ao natural ou o maquilhado?
BK: Definitivamente o maquilhado.O Bill simples é como uma máscara para mim. Se não fosse famoso continuava a andar por aí assim. Pertenceme totalmente.

VF: Quem te vê no teu estado natural?
BK: A minha família e pronto.

VF: Miúdos famosos são os mais corruptos da espécies de artistas, porque se destroem à medida que se tornam mais velhos. Vais cair de vez em quando de modo a tornar a tua imagem mais interessante?
BK: É bom mostrar que não és perfeito. Mas não stresso com isso. Planear qualquer coisa para que as pessoas não se vão embora acho que é mau. O que sempre odiei desde o princípio foram as bandas mais velhas ou umas pessoas quaisquer das editoras discográficas que me queriam explicar como tudo funcionava. Não há cá conselhos!Nas nossas primeiras reuniões com a editora discográfica queriam-nos impingir estilistas que devia mudar o nosso look. Até hoje não tenho nenhum estilista que me diga o que deva vestir. Iria constringir-me. Também decidimos sobre cada concerto e cada contrato por nós próprios, porque acho que é muito mau não ser determinado.

VF: Quem pode ainda te dizer "Não"?
BK: Profissionalmente ninguém. Nem a gerência nem a editora discográfica. Quem eu deixo mesmo que digam coisas são os meus melhores amigos e a minha família. A minha mãe pode-me dizer: "Bill, estás com uma panca!". Aí já iria pensar melhor.

VF: Os teus pais ainda tentam te educar?
BK: Devo dizer que a minha mãe nunca nos educou mesmo. Fazer os trabalhos de casa era nossa liberdade de decidir. Deixava-nos completamente livres mas sempre com um olho em cima. Há uma enorme confiança entre nós. Somos como amigos. Não há nada que não contaria à minha mãe. Também nunca tive segredos para ela. A primeira vez que cheguei a casa bêbado ela disse o que achava mas não tive de ter medo.

VF: A tua mãe pede-te que, pelo menos na noite de Natal, deixes o cabelo em paz?
BK: Não. Para ela é totalmente indiferente. Aos nove anos, pintei o cabelo pela primeira vez. Ia alternando desde o verde, azul, branco e preto. Com treze fiz o meu piercing na sobrancelha. Mesmo com isso foi na boa.

VF: Cerca de 200 adolescentes femininos desmaiam nos vossos concertos devido ao excitamento, e há cartazes ao alto com frases como "F***-me por entre a monção". Como te sentes ao saber que milhares de raparigas projectam as suas fantasias sexuais em ti?
BK: Honestamente não penso muito sobre isso. Às vezes olhamos uns para os outros e temos de rir porque não conseguimos imaginar que alguém tenha um poster nosso no seu quarto. Mas acho essa ideia fixe, que estamos algures na parede de alguém. Antes sentava-me no meu quarto e pensava no que é que o mau ídolo, a Nena, estava a fazer, onde estava exactamente e que estava a pensar. Agora que outras pessoas se sentem nos seus quartos e pensem sobre mim, não consigo de todo imaginar. Para mim sou tão normal e não somos nada de especial uns para os outros.

VF: Costumas pensar em ti na terceira pessoa?
BK: Às vezes. Mas por descuido. Quando não estou motivado para fazer algo penso: "O Bill devia mesmo fazer isso porque é bom para a banda."

VF: A tua soberania em espectáculos públicos é para alguns fantástica. Existe alguma diferença entre o Bill, o artista, e o Bill real?
BK: Algumas coisas guardamos para nós. Mas sem ser isso não há grandes diferenças. Os últimos três anos foram uma correria sem parar. Não houve nenhum corte em que pudéssemos ir a algum sítio e estar verdadeiramente em privado. Até em tour tínhamos cameras 24 horas por dia à nossa volta. Quando é que podíamos experienciar qualquer coisa que duas horas depois ninguém soubesse? Mas isto é tudo o que eu sempre quis. Daí temos de nos arranjar.

VF: Aqueles que invejamos raramente se sentem invejados. O que irrita mais em ser o Bill?
BK: O maior problema para pessoas como eu é a confiança. É muito difícil para mim acreditar em alguém e deixar-me levar. No último ano não fiz novos amigos nem me apaixonei. Quando conheço alguém sou muito cauteloso e céptico, e pergunto-me: o que há por detrás disto? Infelizmente conhecemos muitas pessoas que depois se tornam estranhas ou que contaram alguma coisa aos jornalistas. Se eu não fosse tão conhecido, provavelmente já me tinha apaixonado por alguém há muito tempo atrás.

VF: Quem traiu a tua confiança da maneira pior?
BK: Ainda não me deixei levar ao ponto de alguém ter essa oportunidade. Tenho um escudo à minha volta. A liberdade de simplesmetne sair e conhecer alguém sem dizer a alguém com antecedência, é o maior corte que tens de fazer. No entanto, a minha actual vida é aquilo que eu sempre quis.

VF: O problema da confiança é a razão porque tantas estrelas se juntam a outras estrelas?
BK: Sim. A Angelina Jolie não se tem de preocupar se o Brad Pitt se quer tornar famoso por causa dela. Uma celebridade procura preferivelmente alguém que tenha a mesma vida e por isso entusiasma-se. Muitas namoradas minhas nunca perceberam porque é que eu ia directamente da escola para a sala de ensaios e que aos fins-de-semana preferia ir actuar para os bares a ficar em casa a ver televisão com elas. Hoje é claro que é mais difícil. Quem quer viver esta vida contigo? E claro que estas pessoas têm de saber que uma pessoa não sai desta vida assim tão facilmente.

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«No caixão uso casacos de cabedal e perucas»

VF: Quando foi a última vez que estiveste apaixonado?
BK: Há três anos e meio. Não encontrei o grande amor. Também não acredito que todos o encontrem. E se o encontrarem então é só uma vez. Na minha situação tenho de ter muita sorte para o encontrar.

VF: Com 18 anos não preferes andar por aí a curtir?
BK: Acho que não. Precisamente por causa desta vida prefiro encontrar o grande amor que andar por aí a curtir. Quero partilhar o meu pouco tempo com alguém, em que eu sei: Esta tem de ser a tal!

VF: Já disseste alguma vez a alguma rapariga "Amo-te"?
BK: Sim. Mas não o senti. Devia ter dito: "Gosto de ti". À medida que envelheço, levo mais a sério estas diferenças. O Tom provavelmente diz sempre: "Amo-te", para as levar para a cama.

VF: Lutam pelas mesmas raparigas?
BK: Gostamos do mesmo tipo de raparigas. As nossas amigas eram sempre amigas umas das outras. Era horrível porque conspiravam sempre contra nós. O nosso primeiro beijo foi com a mesma rapariga. O Tom foi primeiro. O dia depois ela começou-me a beijar. Depois fartámos daquilo e esquecemos. Meu deus, achei que foi uma merda tão mau como costuma ser o primeiro beijo.

VF: Que idade tinham?
BK: Onze. Ela era três anos mais velha e experiente.

VF: Quando foi a primeira vez que o Tom fez sexo?
BK: Com 14, se me lembro bem.

VF: Diz-se que o Tom anda com as raparigas uma atrás da outra.
BK: Eu deixo-o fazer isso. Ele tem é uma lata para levar para o quarto uma rapariga nova todas as noites. Eu não tinha vontade de fazer isso. Mas nós sempre fomos diferentes.

VF: O teu colega Robbie Williams cotou-nos uma vez que na Alemanha há dois tipos diferentes de groupies. Umas querem tirar uma fotografia durante o sexo com a sua camera digital para ter provas para mostrar às suas amigas. Outras perguntam durante o sexo: "Robbie, os teus sentimentos por mim também são verdadeiros?"
BK: O Tom também me conta isso. Como estamos tanto na estrada nunca tive ninguém na minha cama. Também me enoja um bocado todas as noites deixar alguém que eu não conheço ir para a minha cama. Nao tinha a confiança para levar uma rapariga só por uma noite. A única coisa privada que uma pessoa tem quando está na estrada é o seu próprio quarto de hotel. E levar alguém uma noite para com quem dormir - naaa, eu seria completamente céptico.

VF: Já fizeste sexo?
BK: Quero que isso continue a ser o meu segredo.

VF: Supreende-te que às pessoas achem que és gay?
BK: A maioria das pessoas pensa dessa maneira cliché: maquilhagem mais cabelo arranjado é igual a gay. Eu queria exactamente deixar claro que pode não ser assim. Toda a gente pode fazer o que quiser. uma coisa não tem a ver com a outra.

VF: Que farias se fosses por um dia uma rapariga?
BK: Não ia para o quarto com o meu irmão, de certeza.

VF: Então...?
BK: Sei lá, que faria? Provavelmente o mesmo que faço agora porque não sou assim tão diferente.

VF: Que gostarias de proibir as raparigas de fazer?
BK: Não ser ciumentas porque os cíumes são muito importantes.
quando eu estou apaixonado quero tudo só para mim e não a deixo ir mais. Ficava maluco se a minha namorada me dissesse: "Bill, não me importo com as muitas raparigas que gritam. Confio em ti totalmente."

VF: Já te enganaram alguma vez?
BK: Não. Também nunca enganei. Fidelidade é para mim o mais importante.

VF: O que irrita as mais as tuas namoradas?
BK: Eu falo muito alto. O dia inteiro. E sempre com as mãos e os pés. Nunca deixo ninguém falar. Toda a gente se irrita com isso.

VF: O que é mais difícil: amar alguém ou amar-se a si próprio?
BK: A si próprio. É muito difícil defenderes aquilo que és a toda a gente. Há imensos momentos em que me sinto inseguro e que preferia cavar um buraco para me enfiar, pôr-me debaixo de um cobertor e ficar lá durante um ano. Às vezes estou muito contente por estarmos nesta correria e dar um concerto atrás do outro, assim não temos tempo para pensar muito. Simplesmente não temos tempo para a solidão.

VF: Consegues viver sem um Celeb-sitter?
BK: Não posso ir ao padeiro simplesmente. Claro que alguém faz isso por mim. Mas ainda sou útil para o dia-a-dia porque tenho o problema de ser perfeccionista. Não consigo deixar as outras pessoas fazer coisas. Este controlo é anormal e ainda se torna pior. Tudo tem de ser reparado ao mais pequeno promenor porque eu tenho de saber exactamente o que vem a seguir. Senão dou em maluco. O Tom também é assim. Pagamos a imensas pessoas para que nos livrem de algumas coisas. Mas criámos isto tudo por nós, e por isso é difícil quando outras pessoas põe a mão nos Tokio Hotel.

VF: Também controlas as tuas finanças?
BK: Sim. Fazemos isso desde os 13. Tenho acesso a todas as contas e controlo-as como faço com a minha carreira.

VF: Sabes quantos milhares tens?
Uma senhora com uma tábua em apuros da editora discográfica grita do fundo: "Não se fala sobre dinheiro!"

VF: Quando vão comprar uma vivenda para os vossos pais?
BK: Assim que tiver dinheiro para a comprar. Quero viver com o smeus pais. Somos tão próximos que não iria achar um peso. Não há barreiras onde eu diria: "Oh Deus, têm mesmo de ir embora!"

VF: Vamos imaginar que serias raptado. Qual seria a quantia razoável para um resgate?
BK: Tanto quanto os meus amigos pudessem dar. E depois claro que reaviam o dinheiro.

VF: Que pensas sobre a queda da Britney Spears?
BK: Consigo perceber como isso pode acontecer porque também vivo essa vida. Pessoas de fora prvavelmente pensam todas: "Ela tem dinheiro, conseguiu tudo porque é que não relaxa?" Não conseguia imaginar-me a ter uma carreira a solo e andar o tempo todo sozinho na estrada. Não confio em mim para ter essa enorme responsabilidade.

VF: Em 1991, a Madonna disse: "Fico feliz quando for tão famosa como Deus." Também pensas assim?
BK: Claro que é uma frase divertida. Mas consigo compreender porque não há nenhum Stop. Não se diz: "Agora sou famoso na Alemanha, isso chega para mim." Uma pessoa tem a necessidade de ser famosa em todo o lado quanto possível. Mesmo quando for imensamente rico e tiver uma ilha vou desejar mais. É verdade: A fama é a droga. A desintoxicação seria um choque, onde só iria ter problemas.

VF: Se as drogas não fossem proibidas: quais experimentarias?
BK: Qualquer coisa relaxante, que te leva a não ter mais controlo sobre nada.

VF: És uma estrela nos teus sonhos?
BK: Uma vez tive um pesadelo: estava num quarto de vidro deitado na cama e à minha volta fotógrafos que tiravam fotografias sem parar. Disse a um da nossa equipa: "Merda, merda, não podes mandar todos embora?" Mas o gajo disse: "Não, não posso. Tens uma marcação e adormeceste." Por enquanto ainda nunca faltei a uma marcação. Tenho três alarmes e por isso nunca adormeço. Também sou sempre pontual.

VF: Porque é que ainda ninguém te viu a dançar?
BK: Eu nunca danço. Sento-em sempre no canto - a não ser que esteja completamente bêbado. Então faço-o. Acho que dançar é uma coisa de raparigas. Mesmo que soe um bocado foleiro: só as raparigas é que têm de dançar em todo o lado.

VF: Pensas no teu próprio funeral?
BK: Tenho de dizer honestamente que sim. Os meus amigos, que são da mesma idade, também pensam nisso. Imaginamos que pessoas estarão lá e quem chorará verdadeiramente.

VF: Que música deve ser tocada no teu enterro?
BK: "Magic Dance" de David Bowie do filme "O Labirinto". É uma música muito divertida e "O Labirinto" é o meu filme de infância, e até hoje o adoro.

VF: Que trazes vestido no caixão?
BK: Estou todo de preto e tenho uma casaco de cabedal vestido. O meu último desejo seria, de certeza, que o meu cabelo estivesse arranjado. Espero que ainda tenha cabelo nessa altura. Senão pode-se pôr peucas.

Ele quebra o seu silêncio

Vanity Fair Online
Abril 2008



Numa entrevista exclusiva com a VANITY FAIR, o vocalista dos Tokio Hotel fala sobre a sua operação às cordas vocais.

Não pode falar por agora mas os seus depoimentos dizem tudo: Bill Kaulitz (18), vocalista da banda Tokio Hotel, falou exclusivamente à VANITY FAIR sobre a sua operação às cordas vocais no início desta semana.

Kaulitz conta por via e-mail a sua recente condição médica: "Enquanto estava sob anestesia geral, enfiaram uma vara de metal pela garganta, e depois, com pequenas facas, andaram a cortar as minhas cordas vocais. Toda a agente conhece essa sensação. Como estou contente por isso já ter passado. Mas ainda tenho medo pela minha voz e ainda tenho um sentimento de culpa pelos concertos que foram cancelados por causa disto."

Depois da operação, Kaulitz não pode falar durante 12 dias, "depois tenho de fazer reabilitação de voz durante 4 semanas. Estou cheio de vontade!"
Antes da cirurgia, o cantor deu uma entrevista detalhada à VANITY FAIR. Onde fala, por exemplo, sobre o tempo da escola, o crescimento com o seu irmão gémeo Tom e também sobre a sua aparência única: "O Bill maquilhado é definitivamente mais chegado a mim que o natural. O Bill simples é como uma máscara para mim. Se não fosse famoso continuava a andar por aí assim. Simplesmente me pertence."

Ao Kaulitz não surpreende o facto de muitas pessoas acharem que é gay: "A maioria das pessoas pensa dessa maneira cliché: maquilhagem mais cabelo arranjado é igual a gay. Eu queria exactamente deixar claro que pode não ser assim. Toda a gente pode fazer o que quiser. uma coisa não tem a ver com a outra."

Sobre sexo com groupies, Kaulitz pensa muito pouco: "Enoja-me um bocado ter alguém na minha cama que eu não conheço todas as noites. Ainda não cheguei a esse ponto. Nem sequer teria a confiança de levar uma rapariga só para uma noite. O único momento de privacidade enquanto estamos na estrada é no quarto de hotel. E levaralguém uma noite para com quem dormir - naaa, seria completamente céptico.


Pode ler a entrevista detalhada no novo número da VANITY FAIR - desde Quinta-feira no quiosque.

http://www.vanityfair.de/articles/leute/bill-kaulitz/2008/04/02/08107/

Depois da operação...

BILD.de
1 Abril 2008

Bill na cadeira-de-rodas no pós-operatório

Hamburg - O vocalista dos Tokio Hotel, Bill Kaulitz (18) está a caminho da recuperação depois da operação à laringite.

"15 minutos depois da operação o Bill foi levado de cadeira de rodas para o pós-operatório." conta o irmão-gémeo Tom (18). "Pouco depois eu e os nossos pais fomos ter com ele. Meu, o coitado do rapaz parecia ter acabado de sair da lavagem, estava completamente "desarrumado".

Depois da operação, estava completamente consciente?

Tom: Bem, não completamente. Por causa do efeito "após"-anestesia, o Bill não se consegue lembrar, por exemplo, da cadeira de rodas nem da mudança de quarto.

Como comunicas com o teu irmão?

Tom: Aquilo com os bilhetes e o quadro não durou muito. O Bill é uma pessoa muito comunicativa que fala o dia todo sem ponto nem vírgula. Bilhetes e quadro não chegam até tão longe. Desde ontem que o Bill corre só com um bloco de notas grande pelo apartamento e o bloco já está quase cheio.

Fãs enviam cartas de melhoras de um metro e vaporizadores para o cantor.

Tom: Até enviaram uma coleira médica. Alguém não percebeu bem o tipo de operação que era, mas o Billi achou muito querido na mesma.

http://www.bild.de/BILD/leute/star-news/2008/04/01/tokio-hotel/rollstuhl-hg,geo=4157618.html

Guerra entre gémeos

StarLive
Março/Abril 2008



Existe competição/guerra entre vocês?
Tom: Não. Quando éramos pequenos talvez.
Bill: Sim! Ele aprendeu a andar de bicicleta primeiro e hoje ainda está orgulhoso disso.

É difícil para vocês estarem separados?
Tom: Sim, sempre.

Quais são os vossos pratos favoritos e aqueles que não conseguem comer?
Tom: Para mim é macarrão com molho de tomate.
Bill: Sim! Com montes de parmesão. Mas odeio brócolos e couve. Tentei comer uma vez ou duas mas cuspi logo. Não gosto de vegetais.
Tom: Eu odeio espargos.

O que gostam em vocês?
Tom: Por onde começar? (ri-se) So muito engraçado porque conto as melhores piadas.
Bill: Quando começo alguma coisa tenho de a acabar e tem de ser um sucesso e normalmente não preciso da ajuda de ninguém.

O que não gostam em vocês?
Bill: Sou um grande dorminhoco.
Tom: Eu também. É um problema enorme para nós, estamos sempre cansados.

O que gostam um do outro?
Bill: A sua espontaneidade.
Tom: Não.. Isso era o que eu ia dizer! Agora tenho de encontrar outra coisa... a sua energia.

Como é que vos conseguimos distinguir fisicamente?
Bill: Eu tenho um sinal no queixo e o Tom tem um na bochecha. Ele tem um nariz muito maior e como eu sou mais alto do que ele pode-se dizer que ele é um anão! (ri-se)
Tom: O Bill pode ser mais alto mas eu ganho nas outras coisas todas!
Bill: Tenho de aturar isto o dia todo. Bocas parvas que nem sequer têm piada. O pior é que o Georg também é assim!

Porque é que a vossa relação é tão especial?
Tom: Somos muito diferentes e ao mesmo tempo iguaizinhos. Não parecemos gémeos mas temos uma ligação muito forte. Quando olho para o Bill, sei imediatamente no que ele está a pensar. Sinto quando ele está mal mesmo quando ele não está comigo.
Bill: Temos o mesmo carácter. Somos ambos teimosos e implacáveis.
Tom: Somos bastante determinados. Quando temos alguma coisa na cabeça fazemos de tudo para a concretizar.
Bill: Somos muito próximos e adoramos rir juntos, especialmente quando só precisamos de olhar um para o outro para começar a rir.

O que gostam numa rapariga?
Bill: Eu gosto de mãos e olhos bonitos.
Tom: Eu gosto de olhos bonitos e um bom rabo.

O que fazem separado?
Bill: Ir à casa-de-banho e tomar banho. (ri-se)

Sabias que...
O Tom pratica karate
O Bill teveaulas de dança quando era mais pequeno
O Bill fez a sua primeira tatuagem em Julho de 2005
A rapariga de sonho do Tom é alta (mas não mais alta que ele)
O Tom prefere raparigas loiras e discretas
O Bill é alérgico a maçãs e mosquitos
São amigos dos Killerpilze
O Bill partiu um dente durante um concerto
O seu álbum foi lançado na Russia
Compram revistas para saber o que dizem sobre eles
O seu cão chama-se Scotty e têm um cato chamado Kasimir

Quem da banda...

OKEJ (Suécia)
Março 2008
Quem da banda...

...roubaria um banco?
Bill: Fazíamos isso todos juntos. Ha ha, o grande golpe.

...ganharia o prémio Nobel?
Georg: Se fosso o prémio Nobel da paciência de certeza que era eu.
Bill: Mas se fosse o prémio Nobel do mais sexy de certeza que era para mim.

...queimaria o jantar?
Tom: Todos! Não sabemos cozinhar de todo!
Bill: Nem sabemos estrelar um ovo.

...se casaria com a Britney Spears?
Todos: Eu!
Bill: Mas se isso significasse que todos tínhamos de fazer sexo com ela então nenhum de nós o faria.

...realizaria um filme de terror?
Bill: Eu. Adoro vampiros por isso tinha talento para isso de certeza.

...fugiria com o circo?
Georg: Acho que o Gustav o faria.
Bill: Mas se olhasses só para as roupas seria eu.

Conseguem descrever o encontro romântico perfeito?
Bill: Não sou muito a pessoa certa a quem perguntar, não gosto muito dessas situações. É estranho quando planeias essas coisas em promenor. Gostava de conhecer alguém espontaneamente.
Georg: Levar o carro e andar pela floresta.
Tom: O meu encontro romântico perfeito é em qualquer quarto de hotel.

Qual foi a coisa mais romântica que já fizeram para uma rapariga?
Georg: Eu andei com uma rapariga pela floresta recentemente.
Bill: Eu organizei um piquenique para uma rapariga uma vez.
Tom: Eu esperei para ter sexo!

Gostam de flores e velas?
Tom: Flores está bem mas prefiro quando está escuro.

Acreditam no amor à primeira vista?
Bill: Sim, definitivamente! Mas tens de ter cuidado com o verdadeiro amor porque é muito difícil de encontrar. Muitas pessoas são sortudas, outras não tanto. Acredito que podes encontrar o teu verdadeiro amor só uma vez. Muitas pessoas estão apaixonadas e juntas, mas só há um verdadeiro amor para cada um.
Tom: Eu não acredito em nada disso.
Georg: Talvez.
Gustav: Eu não sei. Acho que deves simplesmente ir com calma e ver o que acontece com a relação.

Entrevista exclusiva!

Março 2008

Para veres o video exclusivo desta entrevista: http://www.tokiohotel-fanclub.de/fc/index.php?option=com_content&task=view&id=191&Itemid=34
Precisas de estar registad@ no clube de fãs alemão e de ter instalado o Quicktime para ver o video.



Screenshot

Ajudam-se uns aos outros quando um de vocês quer conhecer certa rapariga?

Georg: O Georg está a ajudar-me.
Tom: Tenho de dizer que ainda não o ajudei, mas vou ajudar-vos a todos.
Bill: A ajuda dele não resulta.
Tom: Não, mas iria custar-me muito dinheiro. Iria resultar, mas tinha de pôr muito dinheiro em cima da mesa para que as raparigas dissessem "Sim, eu quero conhecer o Bill." Secalhar se eu continuar a trabalhar por mais 10-15 anos, consigo ter dinheiro para uma namorada para o Georg.
Georg: Nah, tinha de ser mais tempo.
Tom: Não, 10-15 anos é realista.


Portam-se de maneira diferente quando estão câmeras por perto?

Bill: Não, para dizer a verdade. Nem nos apercebemos mais que as cameras estão por perto. Já estamos habituados a ser filmados, especialmente em tour. Simplesmente te esqueces disso. Não posso negar que há algumas cenas que não viram. Mas normalmente somos os mesmo depois sem as cameras.


Chamariam nomes carinhosos às vossas namoradas?

Gustav: Miúda. Hey miúda, traz-me uma cerveja!
Bill: Acho que esses nomes carinhosos não dão com nada. Podes usá-los quando estás mesmo apaixonado. Acho que já chamei um a uma rapariga por isso não posso falar muito.
Tom: Não houve aquele muito especial? Não vais contar?
Bill: Esse foi muito embaraçoso. Quando estás apaixonado fazes coisas embaraçosas, e podes até usar nome carinhosos, mas normalmente não acho que seja necessário.
Tom: Eu não os uso mesmo assim.


O que foi para vocês recentemente embaraçoso?

Bill e Tom: O Georg!
Tom: É o que me vem à cabeça espontaneamente.
Georg: Isso é novo.
Bill: Não, não acho que seja novo.
Tom: A maior parte das vezes não és embaraçoso, mas mais involuntariamente engraçado.
Bill: Mas não é nada de novo, e é isso mesmo que o faz embaraçoso. O Georg é sempre...
Tom: Outra vez embaraçoso.
Georg: Embaraçoso a dobrar. Quem consegue fazer melhor?


Têm medo que a carreira de Tokio Hotel possa acabar em breve?

Bill: Não, não temos medo. Claro que nunca sabemos o que está para vir e é sempre emocionante o que cada ano nos traz. 2007 foi o nosso ano de mais sucesso até agora. Alcançámos muitas mais coisas, foi um ano fantástico para os Tokio Hotel. Ficará sempre na memória e acho que não o vamos conseguir ultrapassar. Claro que às vezes pensas como será quando já não tiveres tanto sucesso.
Tom: Em geral, não deves ter medo de nada. É como a primeira vez que tens sexo: Atiras-te e será bom.
Georg: Vou-me lembrar disso.


Conseguem-se imaginar a viver noutro país [senão Alemanha]?

Bill: Não me consigo imaginar a viver totalmente fora da Alemanha, acho que nunca o vou fazer.
Tom: Eu conseguia imaginar ter a minha própria ilha.
Georg: O próprio país. Não seria mau.
Tom: Isso seria fixe! Tom Town [Cidade do Tom].
Georg: Tom City.
Bill: Sim, mas... claro que todos nós queremos uma casa de férias noutro lado qualquer mas não ia conseguir mudar-me completamente.
Tom: Teríamos sempre qualquer coisa na Alemanha.
Bill: Há uma ligação especial com a Alemanha, e nós sempre teremos isso, independentemente de quanto tempo passamos noutros países. Sentimos sempre que estamos a regressar a casa. Será sempre a nossa casa.
Georg: Mesmo se fosse uma tenda num parque de caravanas.
Bill: Como o Georg. Vive em contacto com a Natureza.
Georg: A pescar e isso.

Photobucket

Já disseram alguma coisa embaraçosa nalguma entrevista de que se tenham arrependido?

Bill: Houve uma entrevista a mim e ao Tom quando estávamos mesmo bêbados.
Tom: Ah, pois foi...
Bill: Não vou dizer em que ano foi e como estavamos vestidos porque senão é muito fácil encontrá-la. Estávamos tão, tão bêbados.
Tom: Ya, essa foi um bocado desconfortável.
Bill: E foi numa entrega de prémios mas não digo qual. Foi numa entrega de prémios e demos uma entrevista completamente bêbados.
Georg: Bêbados? Aposto que eram muito novos, não eram?
Bill: Não sei, esqueci-me.
Georg: De certeza?
Bill: Então, foi totalmente embaraçoso porque não consiguíamos dizer uma única frase e estávamos constantemente a interromper-nos um ao outro.
Tom: Embaraçoso, ya.
Bill: Se pudesse, mandava remover a entrevista.


O que vos enerva na maioria das pessoas?

Bill: A coisa que eu mais odeio é a impontualidade.
Tom: Sim, não ser pontual mas também.. quando tu..hipocrisia.
Bill: Sim, hipocrisia.
Tom: Detesto quando as pessoas não dizem as coisas directamente.. quero dizer, não tenho problemas em dizer ao Georg que acho que ele não presta. Podes fazer isso sem ter de dizer 'Oh Georg, é um tipo fixe', quer dizer, isso seria hipocrisia.
Bill: Por isso hipocrisia e pessoas que fazem promessas que não cumprem e, ya, impontualidade é tão mau. Pessoas em quem não podes confiar e isso, não consigo lidar de todo com isso porque sou uma pessoa muito correcta, e o Tom e eu somos também sempre pontuais e é por isso. Não nos damos muito bem com o Georg agora. Mas para além disso...
Tom: Sobre hipocrisia, há pessoas que disseram coisas como 'Bill, és tão bom cantor, cantas tão bem' e assim e não suporto isso.
Bill: Eu também não. Não mesmo.
Tom: Tãão desonesto.
Bill: Logo p'ra rua com elas.


Com que banda gostavam de trocar de lugar por um dia?

Bill: Com alguma banda das Maldivas!
Tom: Não.
Georg: É só um dia!
Bill: Mas ficas um dia nas Maldivas! Bem, eu seria um cantor que ficava num restaurante o dia todo.
Tom: Aaa.. tipo pessoas que actuam e isso, né?
Bill: Mas nas Maldivas.
Georg: Bem...
Tom: Bem, acho que as Maldivas são agradáveis mas nunca estive lá. Por isso não posso dizer nada sobre isso...


Já usaram os cupões para fazer para-quedismo que ganharam na BRAVO?

Bill: Posso dizer honestamente. Eu quero fazê-lo mas o Tom tem medo. É mesmo assim, porque o Tom diz que não quer pôr a sua vida à prova com uma pequena mochila às costas, e admitiu!
Tom: É ridículo, completamente.
Georg: Eu tenho de concordar com o Tom.
Bill: Não, a sério! Eu adorava fazê-lo mas ainda não tive tempo, mas acho que vou ter de fazê-lo sem o Tom então. Salto duas vezes, levo também o cupão do Tom e faço-o duas vezes.
Georg: Mas isso é, quer dizer, tens de admitir que há um risco de 50/50.
Bill: Sim, podes ir comigo, podes ir comigo!
Georg: Ha uma probabilidade de 50/50 do pára-quedas se abrir.
Bill: Naah, disparate.
Georg: É jogar com a vida.
Tom: Que disparate!
Georg: É o mesmo que jogar à ruleta russa.
Bill: Bem , eu gostava de fazê-lo uma vez e farei!


Que fazem com as roupas que já não usam?

Bill: Eu guardo tudo, quer dizer, estávamos a falar no outro dia..
Georg: Somos uns desarrumados.
Bill: Ya, não conseguimos deitar nada fora! A sério, relativamente a roupas é mesmo assim. Ainda tenho a T-shirt do video Durch den Monsun e tenho todos os casacos de cabedal de todas as actuações e videos e etc. Tenho mesmo uma lloa completa em casa.
Tom: Eu também ainda tenho quase tudo.
Bill: Está ligado a memórias, sabes? Tens uma lembrança agarrada à primeira t-shirt e primeiro casaco do primeiro single e isso, e é por isso que não deito fora porque há uma peça da história d banda ligada.
Georg: Algumas coisas foram a leilão também.
Todos: Sim.
Tom: Como os fatos doooo..
Gustav: Übers Ende der Welt.
Tom: ...desse video. Eu queria mesmo usar esse mas pronto, às vezes tem-se de fazer compromissos. É a vida.


Diriam a toda gente que tinham uma namorada?

Bill: Acho que sim porque acho que seria muito injusto para todas essas pessoas se não dissessemos, e provavelmente nem sequer uma namorada iria gostar disso. Porque se tens uma namorada estável acho que ela ia gostar que admitisses e é por isso que se devia contar. Nós contavámos.


Como reagiam se as vossas fãs começassem a atormentar as vossas namoradas?

Bill: Não acho que as nossas fãs iriam fazer isso. Acho que se tens uma namorada e o admites publicamente, toda a gente deveria aceitar isso e acho que toda a gente o vai fazer. Certo?

Que tipo de erros acontecem em concerto?

Bill: Tipo 10 000 coisas. Por exemplo, uma vez, eu dei um murro a mim próprio e outra vez quase caímos todos do palco porque nos apoiámos numa placa que escorregou e todos corremos para a frente e-
Tom: Eu não estava lá.
Bill: Claro que estavas. E então quase que caímos do palco e uma vez eu, quer dizer, umas 20 vezes que tropecei em peluches e quase que caí e-
Tom: Se caísses a sério teríamos de acabar o concerto.
Bill: E já abri o lábio várias vezes e-
Georg: Isso é porque tu rockas em grande no palco.
Bill: É por isso mesmo! É por rockar em grande em palco que eu já abri o lábio várias vezes.
Georg: Mas isso não é um erro.
Bill: Sem ser isso, o meu auricular caíu ou se estragou e.. o que é que pode acontecer mais... o Gustav caíu do seu banco uma vez. Também caíste do pódio?
Gustav: Quem te dera a ti, eu sei, mas tenho de te desapontar.
Georg: Mas avisa-nos quando planeares em fazê-lo.
Bill: Ok, isso do pódio não aconteceu.


São ciumentos?

Bill: Sim, sou muito ciumento.
Tom: Não, não sou ciumento.
Bill: És TÃO ciumento!
Tom: Acho que parte de umaboa relação é uma pessoa poder experimentar um pouco para além da relação, para ver se a relação em questão é mesmo uma coisa séria. Acho que essa é a única maneira com que podes ter a certeza que é uma boa relação - se puderes experimentar outras coisas de vez em quando.
Georg: E ver o mercado.
Tom: E vero mercado, quer dizer, é como com um telemóvel basicamente, não é? Tens um telemóvel e pensas que é um bom mas depos outro telemóvel melhor aparece no mercado.
Bill: Comigo, eu sou extremamente ciumento, mesmo, mesmo ciumento. Também cou completamente monogâmico. Assim que estás com alguém, é assim que deve ser e faz parte. É o que mantém uma relação viva, poder dizer à outra pessoa 'é horrível que tenhas olhado para aquele rapaz ali!'. Acho que faz parte e sou muito ciumento. Patologicamente ciumento.

Finalmente o Diploma

BRAVO nr.11
Março 2008

O Diploma do Bill e do Tom já saiu!



Acabam com 1,8 [as notas na Alemanha vão de 1 a 6, sendo o 1 o mais elevado]! Apesar do mega stress dos gémeos dos Tokio Hotel levaram a escola a sério e conseguiram acabar com um diploma exemplar! Em exclusivo na BRAVO!

Os Tokio Hotel acabaram de conquistar os EUA! E apesar do stress sem fim de rockstars, os gémeos Bill e Tom (ambos 18) fizeram os seus exames finais numa escola por correspondência. E também com super notas: cinco 2 e um 1! Em exclusivo na BRAVO, o Bill e Tom contam as suas experiências de escola e mostram os seus diplomas...

BRAVO: Parabéns! Estão felizes por terem acabado a escola?
Bill: E como! Estamos muito felizes por este capítulo finalmente ter acabado. O Tom e eu rasgámos e queimámos logo todos os livros e cadernos...

BRAVO: Como conseguiram acabar a escola apesar do stress com tão boas notas?
Tom: Primeiro de tudo: foi um horror para nós (ri-se)!
Bill: Nós também nem acreditámos. Muitas vezes estivemos perto de dizer: "Para a merda com isto!" Já temos 18 anos, já não temos idade para estar na escola - podíamos não o fazer. Mas nós somos perfeccionistas e queríamos tentar fazer. Por isso dormimos menos e trabalhámos mais!
Tom: Na semana antes do exame final estudámos 12 horas por dia, durante sete dias de seguida!
Bill: E nessa semana o Gustav e o Georg estiveram livres. LIVRE! Já nem conheço mais essa palavra!

BRAVO: Estiveram numa escola por correspondência. Como correu?
Bill: Recebíamos o material sempre em casa. Tínhamos de trabalhar com ele e depois mandá-lo de volta.
Tom: Podíamos organizar o tempo livremente - isso foi bom. Mas tínhamos de escrever tudo à mão. Enganar não era possível, infelizmente...

BRAVO: Nem no exame final?
Bill: Não. O Tom e eu estavámos numa sala sozinhos com o professor. Ele podia olhar para o nosso teste o tempo todo...
Tom: Para além disso estavámos sentados muito longe um do outro para copiar. Quando andávamos na escola, fazíamos isso. Partilhavámos as aprendizagens.

BRAVO: Ficam muito nervosos antes dos testes?
Bill: E como! Mal conseguíamos dormir a semana antes. O Tom e eu estavámos tão nervosos! Aprendíamos até muito tarde durante a noite, e levantavamo-nos logo depois às seis da manhã!
Tom: Eu sinto-me sempre mal antes dos testes, como se fosse vomitar. Felizmente nunca cheguei tão longe!

BRAVO: Tiveram medo que os professores fossem maus para vocês, por serem dos Tokio Hotel?
Bill: Claro. Não sabíamos se tinham preconceitos ou se pensavam: Estas estrelas devem pensar que recebem este exame como presente.
Tom: Mas fizemos o exame como todos os outros estudantes e não podemos copiar. Secalhar leram o nosso exame duas vezes para ter a certeza (ri-se)!

BRAVO: Antigamente tinham problemas com os professores. Como foi agora?
Bill: Desta vez, os professores foram simpáticos para nós!
Tom: Mas eu tenho um aversão a professores em geral. Víamos os nossos muito raramente. Mas se os tivessemos de ver todos os dias, íamos ter probçemas com eles de certeza!

BRAVO: Que disciplina gostaram mais?
Tom: (dá uma gargalhada) Todas horríveis! Foi a pior semana da nossa vida!

BRAVO: Isso quer dizer, escola para nunca mais?
Tom: Digamos que vou sempre dar Biologia (ri-se)!
Bill: A banda está em primeiro lugar. Mas fizemos este exame final, e por isso sabemos que podemos fazer o Abitur [Exame que se faz para concluir o ensino secundário].
Tom: Mas nos próximos tempos não o vamos fazer!

BRAVO: Porque é que as vossas notas são exactamente iguais?
Bill: É outra vez uma coisa de gémeos. Também não conseguíamos acreditar quando vimos!

BRAVO: Como é daqui para a frente?
Bill: A nossa Tour Europeia vai começar com um palco completamente novo. Depois vamos de novo para os EUA. E infelizmente só temos um dia livre entretanto...


Diploma
Alemão: Bom
Matemática: Bom
Inglês: Bom
História: Bom
Biologia: Bom
Geografia: Muito Bom
Observações: O aluno tem o direito de frequentar o ensino secundário. Participou no grupo de estudo de Francês.

Perguntas de fãs

Fevereiro 2008
Canadá
Durante o mês de Janeiro vocês mandaram perguntas que sempre quiseram fazer ao Bill, Tom, Gustav e Georg. Aqui podes ver as suas respostas às melhores 6 perguntas:

Bensu S.: Que tipo de raparigas procuram e acham a personalidade mais importante que a aparência ou ao contrário?

Bill: O mais importante é a personalidade da rapariga. Eu olho intuitivamente para as mãos da rapariga quando a conheço pela primeira vez. Mas nem as mais bonitas mãos do mundo ajudam se as nossas personalidades não forem compatíveis... Tem de haver uma química que faça com que resulte. Por falar em personalidade, ela tem de ser honesta, divertida e, o mais importante, fiel. Não me consigo imaginar a ter uma relação com uma rapariga que não tenha estas qualidades... especialmente a fidelidade!

Tom: Tudo depende do que eu tenho em mente paraa rapariga. Estamos a falar de uma relação longa ou só de uma noite? Em geral não gosto de me limitar a certo tipo de personalidade... se o fizesse poderia perder algumas oportunidades. ;-)


Chriasiana A.: Se pudessem escolher uma estrela num filme qualquer, qual seria?

Tom: Eu quero muito ser o Brad Pitt em "Mr. e Mrs.Smith" porque poderia ter uma relação com a Angelina Jolie e ter o melhor sexo de sempre... bem, mais precisamente, ela teria o melhor sexo de sempre.

Bill: Acho que o Georg quer estar no "Senhor dos Anéis" visto que o seu nome é "Hobbit". Ela integrar-se-ia com os outros hobbits e não atraíria tanta atenção para si próprio.


Maria B.: Ficam felizes quando vêem tantas fãs a apoiar a banda à frente dos hóteis, etc... ????

Bill: Claro! Por exemplo no nosso último concerto da Tour Europeia em Essen, Alemanha, as nossas fãs choraram porque estavam contentes por nos verem. Tinham posters a dizer: "Bom ter-vos de volta" ou "Sentimos tanto a vossa falta". É muito emocionante para mim e é uma sentimento incrível ser assim recebido!

Tom: Os nossos fãs não esperam por nós só à frente do hotel ou nos concertos. Estão sempre presentes... independentemente donde vamos. Como banda é a melhor sensação do mundo!


Cheyenne: Qual foi o melhor presente de Natal que receberam?

Tom: O melhor presente? Acho que - isto é provavelmente verdade para todos - demos o melhor presente a nós próprios ao passar as nossas férias com a nossa família e divertimo-nos muito...parece que não passamos tempo suficiente com eles o ano passado!

Georg: Sim, foram definitivamente essas férias! Estávamos ansiosos por essa altura e passamos as férias nalgumas praias com as nossas famílias a relaxar.


CB L.: Para todos os meus rapazes dos Tokio Hotel, isto pode parecer uma pergunta estranha mas é muito divertida e interessante. Se a rapariga perfeita pudesse ser uma fruta qualquer, que fruta seria? Digam a primeira coisa que vos venha à cabeça!

Tom: Só uma fruta? Desculpa mas não posso limitar a minha rapariga de sonho a só uma fruta :-) Posso dizer que frutas estariam envolvidas. Duas lindas meloas e uma maçã que simboliza um um rabo bem feito. Acho que essas são as mais importantes que deviam constar.

Georg: Ela de certeza que NÃO deveria parecer-se com uma melancia.

Gustav: Eu concordo com o Georg.

Bill: Eu adoro ananás, uvas e melancias - por isso uma certa mistura de frutas seria óptimo!


Cindy R.: O que aconteceu ao Jumbi, o teu avião de brinquedo? Ainda o tens? Se sim, onde está agora?

Bill: Ah sim, ainda tenho o Jumbi. Acho que o conhecem pela cena do nosso DVD "Zimmer 483 - LIVE in Europe". Aprendi a minha lição com isso. Para a próxima tour em Março, vamos com certeza levar connosco mais do que um Jumbi - por questões de segurança. Quero dizer, o resgate na próxima vez pode não ter tanto sucesso como aquele que vocês viram. Nunca se sabe, por isso vamos levar mais aviões e o Jumbi vai ter alguns irmãos e irmãs. ;-)